Magoa
Aqui no silencio, onde só eu e o teclado falamos...ou eu falo para lhe contar as coisas que me entristecem como sempre...
Com este amigo posso falar deitar para fora tudo que minha alma sente e cala...
Aqui sou eu ele o teclado..
Quero deixar de ser assim , só que é muito dificil, boas intenções eu tenho...depois vem tudo a minha cabeça, adeus intenções...
Analisando as coisas; poucas são as pessoas que tem o poder de me magoar, me fazer sofrer...antes eu faria uma sena, diria tudo que esta preso na garganta...agora calo-me...para quê falar?
As vezes nem é o que se diz, é sim como é dito...
Quem sabe um, dia vão perceber o quando me doí, agora fico calada, muda...sem dizer palavra, antes faria uma fita, diria tudo o que me vai na alma, hoje calo-me...
Dou o que não sei sentir , nem tenho, indiferença aos molhos para distribuir...
Sempre foi tudo ou nada... gosto ou não gosto, e até gostava como amigo é certo mas gostava, sinto que estou a virar gelo....
Numa atitude ternurenta de amigos, dei-lhe o braço, encostei a cabeça no seu braço e perguntei..-
ou melhor ia perguntar...
não o cheguei a fazer pois, uma voz fria, como bofetadas disse:- vai te encostar ao que comeste ontem...
Calei-me...voltei costas.
Não mais estive em ameno convivio, chego venho para o quarto, aqui me fecho...
Me perco ou me encontro, mas sozinha...calada...estupidamente só...
Não quero estar triste, não quero...mas não sei ver essa agressividade sem me magoar....LR
Com este amigo posso falar deitar para fora tudo que minha alma sente e cala...
Aqui sou eu ele o teclado..
Quero deixar de ser assim , só que é muito dificil, boas intenções eu tenho...depois vem tudo a minha cabeça, adeus intenções...
Analisando as coisas; poucas são as pessoas que tem o poder de me magoar, me fazer sofrer...antes eu faria uma sena, diria tudo que esta preso na garganta...agora calo-me...para quê falar?
As vezes nem é o que se diz, é sim como é dito...
Quem sabe um, dia vão perceber o quando me doí, agora fico calada, muda...sem dizer palavra, antes faria uma fita, diria tudo o que me vai na alma, hoje calo-me...
Dou o que não sei sentir , nem tenho, indiferença aos molhos para distribuir...
Sempre foi tudo ou nada... gosto ou não gosto, e até gostava como amigo é certo mas gostava, sinto que estou a virar gelo....
Numa atitude ternurenta de amigos, dei-lhe o braço, encostei a cabeça no seu braço e perguntei..-
ou melhor ia perguntar...
não o cheguei a fazer pois, uma voz fria, como bofetadas disse:- vai te encostar ao que comeste ontem...
Calei-me...voltei costas.
Não mais estive em ameno convivio, chego venho para o quarto, aqui me fecho...
Me perco ou me encontro, mas sozinha...calada...estupidamente só...
Não quero estar triste, não quero...mas não sei ver essa agressividade sem me magoar....LR
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