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sexta-feira, 23 de outubro de 2015

vidas (2)

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 Foi uma alegria, uma emoção, em especial por ver que aquele menino até tão pouco tempo tinha amadurecido assim de repente, sem dar por isso, ela ficou feliz, e triste não era o que haviam ambos sonhado para os filhos de ambos,  avida tem destas coisas. Feliz por perceber que ele aquele menino tão amado já era  umapessoa responsavel.o
Afinal não tinha sido em vão toda amensagem que sempre tinha tentado passar aos filhos, a família é a maior força, que nos une.
Os problemas começaram a surgir , de todos os lados mais parecia fogo cruzado.
Finalmente consegui trabalho.
Os dois filhos mais velhos 17 e 14 anos acharam por bem  que tinham de deixar de estudar para ajudar nas despesas da casa, ela bem tentou que tal não acontecesse sem sucesso, eles chumbaram o ano, garantido que chumbariam todos pois queriam ir trabalhar.
A casa onde moravam , ainda não estava paga totalmente, faltava 8 anos, com a partida do marido, o desemprego, as emoções todas alteradas, as prestações foram ficando atrasadas, um Banco não se interessa  por nada, ela bem levou comprovativos, mas nada, era o dinheiro em atraso ou tinha de deixar a casa, cartas a presionar todos os dias, ameças constantes de ser despejada, enfim, ela andava numa tombula gigante sem saber o que fazerou pensar.
Os filhos é que não podiam ficar na rua... um dia encheu-se de coragem , foi arrendar um apartamento pequeno, onde a renda era bem mais acessivel, mudou o que pode dos seus haveres, e deu por ela numa casa, que nada lhe dizia, pois todas as recordações estavam outra na que ela chamava sua casa.
Mais uma vez não foi facil.
Havia de tentar, recomeçar . Foi ao banco . Entregou a chave da sua casa. Foi um mundo de emoções avassaladoras, Havia que seguir em frente. Foi a igreja, ajoelhou, pediu força para ela e para dar aos  filhos.
Enquanto se resolvia o problema da habitação. ela tinha arranjado trabalho.
Um trabalho em que antes cada vez que entrava num restaurante era como cliente,agora entrava todos os dias para ser o que nunca tinha sido, cozinheira,. Até aí , cozinhava para o marido filhos, enfim amigos e família, assim nunca, é um mundo tão diferente, tão desconhecido, tinha de aprender, não tinha como não o fazer, disso dependia  a vida..
Ela  lutou enfrentou sorrisos, comentarios, tudo por uma causa... familia.
Aprendeu, singrou.
Entrtanto: Os filhos foram crescendo, os mais velhos deixaram de estudar, enverdadarm por ir trabalhar na rádio tal como o pai.
O caçula la seguio o seu caminho, nunca soube muito bem o que era ter a mãe por perto, pois passava muitas horas a trabalhar, aprendeu a se virar sozinho, cuidar de aquecer a comida,alimentar-se lavar e arrumar a cozinha ( coisa detestava fazer).
Continua.

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