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quinta-feira, 25 de agosto de 2011


Já há vários dias, que me sinto como que amputada, Falta-me uma asa.

Asa emprestada, asa usada .  Falta-me.
Nasce um nó na garganta,  aperto no peito, tudo porque a minha asa voo, rumo ao lugar que escolheu.
Rumo ao seu querer, seu sentir. Eu fiquei quieta, quase estática.
Falar não vale a pena ninguém me entenderia. Por isso, meu nó na garganta cresce, por isso  solidão dói.
Mas há que reaprender a voar.
 Há que seguir em frente. Com dor? Com magoa? talvez. Mas que importa?
A vida vai seguir o seu curso, indiferente a tudo e todos, e eu sou uma gota de água, no mar da vida, uma gota de água, que tem de crescer, que tem de aprender a virar copo, depois quem sabe rio na vida de alguém.
Rio de ternura, rio de amor, e não essa gota e água, que se dá quando não tem mais nada . Busca, se um pouco de consolo.
A vida passa, e cada minuto é único, vou pois viver cada um, indiferente ao que se passa ao meu redor, vou ser o que nunca achei certo, mas vou. 
Ser eu mesma. Indiferente  á vida que me tem passado ao lado sem eu nunca a viver. Vou viver, custe o que custar ou a quem custar

4 comentários:

✿ chica disse...

Desejo que logo reaprendas a voar.Força e garra!Vai, vooooooooooooooa!!!A vida está a te esperar! beijos,chica

Anti-Sistema disse...

Não te falta asa nenhuma... Pois... a asa está sempre contigo.. :) Mesmo que esteja a voar sozinha... a asa será sempre tua, e tua, não deixará de ser..

VeraBruxa disse...

Olá!
Alçar vôo! Inundar a alma! Viver!
Abraço.

Terê. disse...

Minha querida amiga, muitas vezes voamos com uma asa só, precisamos querer voar, bju terê.