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domingo, 3 de abril de 2011

Hoje, vou ficar por aqui. O que nunca quero perder é  sentido de ver quando estou a mais.
Quando se tem , como eu um sexto sentido bastante apurado.
Quando, nos sentimos a mais o melhor é ficar quieta, sossegadinha no meu canto, caladinha. A ver o que se passa a minha volta.
Com intenção ou sem ela o facto é que magoa, e para ser magoada basta a vida, as coisas do dia a dia, não é preciso pegar ao colo, já sou grande demais para isso, mas ter uma atenção, um sorriso.
Agora ir lá para ficar sozinha, sentir-me a mais. Não obrigado. Para me sentir perdida, deixo-me estar onde estou.
Olhem mais um bocadinho da minha aldeia.


Em cima as flores do capim. ao lado as flores das ameixoeiras,
estão todas repletas de flores , com um aroma adocicado, enebriante.


Dão uma graça única  aos campos, e eu adoro andar 
no meio deles, nas picadas a ver de  perto a mãe Natureza.




Aqui a entrada para a minha aldeia , quando se vem da minha casa.


Lembra um presépio. no mês de Natal

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Reparem na nuvem, escura preparava-se o tempo 
uma carga de chuva de granizo, que depois de ter 
talvez uma hora depois anda deu esta imagem 
que aqui vos mostro .


Este granizo foi e passada semana. 


Não foi de inverno.


Reparem nas nuvens brancas, que desenho 
caprichoso.                                                                         

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