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terça-feira, 7 de dezembro de 2010

nem tudo é o que parece

Apesar de todas as minhas incertezas.. de todos os meus desgostos... angustias....tenho coisas lindas
guardadas, no mais fundo de mim...coisas que me iram acompanhar, enquanto me restar um sopro de vida,
pessoas, que me acompanham... outras nem tanto....mas que eu adoro.
O meu hoje.. é o hoje que conta em minha vida, pois que o ontem já passou...o amanhã esta para chegar e eu não sei se lá estarei, hoje estou aqui, cheia  de duvidas de medos de angustias , mas viva....hoje limito-me a recordar o passado, um recente outro nem tanto, mas passado... penso que tenho de lá ir buscar as forças que me faltam hoje. As forças para vencer o medo.... parece confuso eu sei, eu não estou confusa... a vida
é que por vezes é confusa, saberia dizer vos sem hesitações o que quero, para onde ia... mas não posso
tenho de me calar... tenho de me fechar... só quero que os que eu amo estejam bem... eu pouco importo.
Tenho um mar de ondas cavas dentro do meu peito, mas ...tenho de o tornar morto... tenho de ficar quieta calada, quando toda eu grito, tenho de ser indiferente... quando a vontade é exactamente o oposto.
  

2 comentários:

acácia rubra disse...

Mas porquê não gritar mesmo?

Sabe bem, faz-nos bem. Ouvimo-nos e ouvem-nos.E os outros vão saber entender esse grito. Caso contrário, se o não fizermos vão pensar que está tudo bem connosco.

Grite, bem alto.

Beijo

ANTONIA RODRIGUEZ disse...

ARMALU,exquisito su relato y,muy sentido.Quizá en la traducción me pierda un poco.Todos tenemos miedo a lo desconocido pero hay que pensar que no hay médico ni medicinas para el miedo, por lo tanto fuera y a pensar en positivo.
Un gran abrazo.ANTONIA.