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Vá conferir, o que lhe digo.

Por aqui o Outono anda muito, endiabrado, frio chuva, e claro o meu amigo ventinho.
as árvores são fustigadas, e os Diospiros também, nem vos digo nem vos conto, no chão são mais que muitos, e as nozes vão pelo mesmo.
Sabem estes dois dias andei a conhecer, vários blogs mas sem querer ferir ninguém queria chamar a atenção para um em especial, pelos contos que nos conta, historias de há muitos anos mas que são a história viva de um povo, o nosso.
 Tem coisas, que eu não imaginava que assim fosse, e quem sabe você também vai gostar, em especial, quem tem filhos,  que não se cansam de pedir isto aquilo, o outro, era bom que soubessem como , era a infancia dos  avós e demais família, talvez assim entendessem , quanto tem de bom a sua juventude, e estão sempre infelizes, vão pois ao ((SOU OTEMPO QUE PASSA)) e aprendam estas lições de vida.
Haveria muitos outros óptimos, que vos poderia falar, mas este é escrito com as memorias de alguém, para quem a vida , foi madrasta, para quem começou a comer o pão que o diabo amassou quando deveria, ter os cuidados, e a ternura de uns pais ,que também devem ter sofrido o que nem consigo imaginar
Peço-lhe perdão Sr D..... por estar a falar nisto, afinal é a sua vida, se achar que não devo diga, retirarei  imediatamente. 

Comentários

José Gonçalves disse…
Olá Lu,

Bem que gostaria de "matar" a curiosidade, mas não me foi possível aceder ao referido blog "otempoquepassa.blogspot.com".

Haverá algo de errado no acesso que efectuei?

Aguardo tuas indicações, tá?

Um abraço e até sempre,

José Gonçalves
(Guimarães)
Espaço do João disse…
Querida Lurdes.
Também não consegui entrar no referido espaço.
Com isto, não pense que tive um berço de ouro.
Sou descendente duma família paupérrima. Fui criado pelos meus padrinhos que eram patrões do meu pai. Este trabalhava à jorna, e só quando fazia sol, poi se houvesse chuva não havia nada para ninguém. éramos 11 pessoas em casa e, so o pai trabalhava. Havia fome e miséria. A maior parte de meus irmãos emigrou. Eu fui um sortudo, mas nem por isso deixei de passar imensos sacrifícios. Não esquecer que decorria a década de 1940. Sou um Madeirense errante, conhecedor de vários portos e aeroportos do mundo. Andei pela Europa, África de norte a sul, América ,idem. e também pelas Arábias e, Ásia. Não amassei o pão que o diabo comeu mas, comi o pão que ele amassou. Mil tromntos padeci, mas hoje sinto-me realizado com o pouco que tenho. A mimnha passagem por àfrica foi bastante marcante, pois mesmo na Diamang. andei perdido no mato 3 dias , até que fui encontrado por nativos Katchoquwe dialeto que conhecia muito bem. Sou feliz, tenho uma santa de mulher que sempre me compreendeu, um casal de filhos e um neto. Por hoje chega, devagar desvendaremos mais pormenores. Um grande abraço de amizade. João
Olá Armalu
Também não consegui ir até ao referido blog. Pena.
Bjux
Querida amiga!
Sinto-me deveras lisonjeado e até emocionado por este seu post. Claro que não lhe pedirei para o retirar. Os meus contos são públicos e tenho muito gosto que sejam lidos. Quase todos eles se baseiam nas minhas recordações de infância. Na verdade, uma infância de muitas privações, de coisas materiais e por vezes também de afectos. Mas a vida de pobre era mesmo assim.
Deixo aqui o endereço do «O tempo que passa» para os seus seguidores:
http://soudotempoquepassa.blogspot.com/

Um beijo
Diamantino
Pedrasnuas disse…
VOU TENTAR IR ATÉ LÁ...MAS COMPREENDO QUE EFECTIVAMENTE HÁ VIDAS MUITO SOFRIDAS...PESSOAS QUE PASSAM MOMENTOS MUITO AMARGOS...E VAI-SE LÁ SABER A RAZÃO...

GRATA PELA INDICAÇÃO.

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