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terça-feira, 20 de julho de 2010

Tal como um fantoche

Sou como um fantoche
neste palco imenso. e sou tão pequena
O palco é a vida, o tempo os cenários.
De cenário em cenário,eu ando ao sabor
dos ventos e máres,
Para meu azar,
são só tempestades.
que a vida nos dá ,tudo é tão vazio
hinospito e frio.
Frio tão profundo que gela cá dentro
Mas este fantoche, trabalha e não vé
o palco se abrir ,o pano a subir
é um incapaz ,que anda a sorrir
mas sorrir ou rir, é apenas gesto
pois cá bem dentro de si;
Seu eu só chora
a vida que tem a vida que leva
e sorri a toa, mostrando ser forte
tal vento do norte.

4 comentários:

Ricardo Calmon disse...

Em palco da Vida,os personagens reais são,assim como os que os assistem,la diference oriunda é,da percepção de cada espectador em ser simplesmente ,um personagem,como se fosse,que cada um queria ser!
Confúcio,em dia de bebedeira sem fim.....................mais perdido que cego em meio a um tiroteio....af maria!

Escriba girassol caríssima:uma tarde e noite boas!

Viva la Vida

mui bom ,essa internet,pelo mundo passeamos,entre culturas e dadas mãos,poesias,prosas e narrativas,assim como poetas em flor guerreira mulher,como vc!

Pura Magia
Viver esse Nuestro

Odorica Ion disse...

Salutari, din Romania

MIUÍKA disse...

Amiga,não entendi porque me pedes desculpa,não sinto que haja algo para desculpar,tenho muito prazer com as tuas visitas e comentários,mas nada me deves,não te sintas na obrigação de nada,sou tua amiga e agradeço a amizade que tenhas por mim.
Uma beijokinha da amiga...Miuíka

josecb disse...

Gracias de todo corazón sensible amiga portuguesa, te estoy muy agradecito por tu visita y dulces palabras.

un abrazo desde España, molto obrigado.