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sábado, 10 de abril de 2010

O MEU SENTIR

Queria eu saber dizer, o que aqui vai
dentro deste querer, deste sentir
mas deixo apenas, que minha mão
transporte ilianavel do sentir,
viole  brancura desta folha,
e nela retrate o que digo sem falar
pedaços de mim, ninguém intenderia se disse-se
o quanto é vazia a minha vida, quero, e não quero
 este viver. Tenho saudades imensas do passado,
 mesmo sem ser saudozista, olho o futuro...
tentando imaginar que dele farei, quando vale a pena se-se rei.
Rei sem trono. Mas de cabeça erguida, sem vaidade antes ter 
a humildade de dar as mãos há humanidade. 

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