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segunda-feira, 29 de março de 2010

O meu caçulinha

O meu caçulinha, menino de oiro, tu ês para todos o nosso menino.
E o mesmo frio que sinto na alma, eu sinto por ti
ao ver o teu quarto ali tão vazio, as vazes a gente parece-mos tão fortes, mas vem o vento, que sopra mais forte, tal vento do norte, parcemos castelo de cartas, que o venta arrebata.
E tudo se espalha, à que juntar todas uma a uma, começar de novo, como se a vida, em vez de ter vento, o tal vento do norte;
nos fizesse forte qual dia de sol que tudo irradia, vou esperar que o dia 
que nasce amanhã , seja de um sol respledoroso, que ilumime as vossas vidas elas sejam sempre, aquilo que mais desejem.

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